sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Óleo de coco emagrece mesmo???
Se tem um óleo que pode ser considerado o queridinho do momento, é o de coco extravirgem. Extraído do fruto maduro, ele virou febre principalmente entre aqueles que desejam se livrar de vez das dobras que teimam em se espalhar por diversas partes do corpo.
Para pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a UFRJ, todo esse auê é compreensível. Eles prescreveram uma dieta de manutenção de peso a 30 homens com um grau de obesidade leve. Enquanto metade consumiu 1 colher de sopa cheia de óleo de coco todo santo dia, a outra teve de engolir óleo de soja, na mesma porção.
Em 45 dias, o resultado agradou: apesar de o óleo proveniente da fruta ser cheio de gordura saturada e calorias, ele ajudou a reduzir o índice de massa corporal, o volume de gordura e a circunferência na cintura de quem o incorporou à dieta. Além disso, contribuiu para o aumento de massa magra, ou seja, músculo puro. "Há o caso de um paciente que perdeu cerca de 7 quilos", revela a nutricionista Christine Erika Vogel, uma das responsáveis pela investigação.
De acordo com a especialista, o óleo auxiliaria no emagrecimento porque carrega um tipo de gordura conhecido como triglicerídeo de cadeia média, com destaque para o ácido láurico. E esse tal de ácido láurico gera energia na célula de forma acelerada. "As outras versões precisam de uma enzima para realizar esse processo, acumulando-se mais facilmente na forma de gordura corporal", explica. Na prática, o óleo de coco turbinaria o gasto energético, favorecendo, assim, a degola dos pneus.
As qualidades desse derivado do coco não se resumem à sua capacidade de botar lenha no metabolismo. "Assim como outros óleos e gorduras, o produto derivado da fruta retarda o tempo de esvaziamento gástrico, proporcionando maior sensação de saciedade", diz a nutricionista Andréia Naves, que é diretora da VP Consultoria Nutricional, em São Paulo.
Dessa forma, a quantidade de comida que vai ao prato ao longo do dia tende a ser menor - seria o fim dos ataques desenfreados de gula sem tanto sacrifício. "Aliado a uma alimentação equilibrada e à prática regular de atividade física, esse efeito auxiliaria no emagrecimento", avalia Andréia.
Para Ana Carolina Gagliardi, nutricionista do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo, o Incor, não há dúvidas sobre o poder das gorduras em deixar a barriga empanturrada. "Ainda assim, o papel do óleo de coco no processo de perda de peso é muito controverso", pondera. "É que as pessoas que o consumiram durante os estudos também seguiram uma dieta com restrição de calorias. Por si só, isso já torna o emagrecimento presumível."
"Realmente, não adianta ingerir o óleo de coco e exagerar nos salgados, nas frituras e nos doces. Não há milagres. Para emagrecer, é preciso mudar o estilo de vida", concorda Christine, pesquisadora da UFRJ. Só para constar, cada grama de óleo de coco reúne 9 calorias. Portanto, incorporá-lo à dieta sem providenciar mudanças no restante do cardápio não fará com que o ponteiro da balança tombe.
"A recomendação é que 25 a 30% de nossa alimentação seja composta de gorduras, sendo que no máximo 7% devem vir das saturadas, como as presentes no óleo de coco. Então, quem usar o ingrediente precisa investir em alterações na rotina, como preferir carne magra e tomar leite desnatado", avisa a nutricionista Ana Carolina.
Extravirgem ou refinado?
Se bater a dúvida, opte pelo primeiro sem pestanejar. "A versão extravirgem é obtida da carne do coco maduro, que pode ser fresco ou seco", conta Bruna Murta, nutricionista da rede Mundo Verde, em São Paulo. "Nesse processo, não são empregados solventes químicos nem altas temperaturas. "Por outro lado, o produto refinado, ou virgem, apresenta perda de uma parte dos antioxidantes. "Por isso, seus benefícios são comprometidos", conclui Bruna.
Polêmica à vista
Além do aspecto da saciedade, os outros benefícios relacionados ao óleo de coco não são vistos com tanta empolgação por uma boa parte de especialistas, já que o fato de ser formado por gorduras saturadas do tipo triglicerídeo de cadeia média não é considerado exatamente uma grande vantagem.
"De fato, eles são processados com maior rapidez. Mas gerar energia não é o mesmo que dissipá-la como calor", informa Rosana Radominski, endocrinologista e presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. "Ela pode ser usada para ajudar a acumular gordura no corpo, caso a ingestão calórica seja maior do que o gasto."
O também endocrinologista Alfredo Halpern, do Hospital das Clínicas de São Paulo e autor do livro A Nova Dieta dos Pontos para Crianças e Adolescentes, recém-lançado por SAÚDE, vai na mesma toada: "Talvez a gordura saturada de cadeia média possa fazer menos mal do que a de cadeia longa. Daí a dizer que emagrece é absurdo. Ela engorda tanto quanto as outras".
É bom frisar que rechear a mesa com alimentos gordurosos merece atenção redobrada não só porque dispara o risco de obesidade, epidemia que está por trás de uma série de doenças - de males cardiovasculares a câncer. A digestão vagarosa, por exemplo, pode ser um problema para certas pessoas. "Uma dieta rica em gordura é capaz de piorar os sintomas de quem já sofre com um processo digestivo mais lento ou tem histórico de refluxo", conta o gastroenterologista Ricardo Barbuti, que integra a Federação Brasileira de Gastroenterologia.
Outro grupo que deve pensar duas vezes antes de regar sem pudor os pratos com óleo de coco é o de pacientes diagnosticados com esteatose hepática, quando o fígado entra num processo de engorda. "Devido à sua composição, o alimento pode aumentar a dimensão do problema", esclarece a nutricionista Andréia Naves.
Camuflado no prato
Não tem jeito: nem todo mundo é fã do sabor pronunciado da fruta. Se for desse time, anote a dica: "Antes de refogar os alimentos, deixe o óleo por mais tempo em fogo brando para que o aroma se dissipe", aconselha a nutricionista Christine Erika Vogel, da UFRJ. Caso queira temperar saladas, o óleo pode ser misturado ao azeite. Já em pratos com peixes e frutos do mar, seu sabor entra como um excelente complemento.
E o coração?
Além de notar a redução de peso dos voluntários, os cientistas da UFRJ encontraram evidências de que o óleo de coco extravirgem ajudou a elevar as taxas do HDL, o bom colesterol, e freou o desenvolvimento do LDL, um algoz do peito. "Alguns estudos já demonstraram que os triglicerídeos de cadeia média reduzem a produção de uma lipoproteína chamada VLDL, associada ao aumento do LDL", lembra a pesquisadora Christine.
Mas está aí outro tema que incita um acalorado debate. É que a gordura saturada, independentemente de ser de cadeia média ou longa, é reconhecida por aumentar os dois tipos de colesterol, especialmente aquele que ameaça a saúde. "Logo, o óleo de coco não é indicado nem para prevenir nem para tratar doenças cardiovasculares. Pior do que esse tipo de gordura, só a trans, já que estimula a produção de LDL e reduz o HDL", adverte Ana Carolina, do Incor.
Justamente por suscitar dados contraditórios, não é de surpreender que os especialistas concordem em um ponto: é preciso colocar o óleo de coco no centro de outros estudos antes de considerá-lo a última palavra no que diz respeito ao emagrecimento. "Outras variáveis devem ser investigadas e mais pesquisas são necessárias para corroborar a tese de que ele é mesmo um aliado da boa forma", diz Mariana Del Bosco, nutricionista da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica.
Agora, quem quiser testar seus efeitos pró-emagrecimento antes que os pesquisadores batam o martelo deve se restringir a 2 colheres de sopa diárias. "Comece consumindo uma quantidade pequena para evitar desconfortos gastrointestinais como náuseas, cólicas e diarreia", indica Bruna Murta, nutricionista da rede Mundo Verde, na capital paulista.
As doses caem bem antes das principais refeições - para estimular logo a saciedade - ou adicionadas a saladas, pratos quentes, molhos, massas, sucos e shakes. Caso opte pelas cápsulas, saiba que são necessárias 12 delas para conquistar os possíveis efeitos de 1 colher de sopa do óleo de coco. Você decide.
Ômega-3 a gordura que emagrece
Aclamado por proteger as artérias e combater inflamações, o ômega-3, aquele da linhaça e dos peixes de água fria, mais uma vez surpreende os especialistas: ele daria uma ajuda e tanto na eliminação dos quilos extras.
O status de ácido graxo essencial não deixa dúvidas sobre o caráter indispensável dessa partícula gordurosa para o bom funcionamento do corpo. Mas o argumento irrefutável de que o ômega-3 seria aliado dos rechonchudos na reconciliação com a balança chegou para nos convencer de vez da importância de rechear o cardápio com fontes desse nutriente. Além de pescados como salmão e sardinha, a linhaça fornece doses generosas da substância. A ação contra a obesidade foi discutida no XV Congresso Latino-Americano de Nutrição, realizado há pouco no Chile.
No evento, um dos destaques foi a apresentação do nutricionista Dennys Cintra, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. "Várias experiências apontam que a obesidade estaria relacionada a inflamações, e nós sabemos que o ômega-3 tem um bom potencial anti-inflamatório", conta a SAÚDE!. "Por isso, decidi checar se esse tipo de gordura auxiliaria no emagrecimento", justifica.
O nutricionista primeiro induziu um grupo de ratinhos a ganhar peso, até se tornarem diabéticos de tão balofos, graças a uma alimentação rica em gordura saturada, como a da picanha. Então, quando os bichos entravam nesse estado, Cintra examinava seu hipotálamo, região do cérebro que controla a fome. "As partículas de gordura saturada provocaram uma superprodução de citocinas, substâncias inflamatórias que impediam aquela área cerebral de disparar o sinal de saciedade", relata.
O mecanismo, idêntico em seres humanos, se desenrola assim: "Quando nos alimentamos, são secretados os hormônios leptina, pelos tecidos gordurosos, e insulina, pelo pâncreas. Eles avisam o cérebro que é hora de frear o ímpeto de continuar comendo", ensina a fisiologista Tatiana Rosa, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Acontece que a inflamação atrapalha essa troca de informações. Chega uma hora em que, sem conseguir trabalhar direito, as células nervosas incumbidas de brecar o apetite agonizam até a morte.
Na tentativa de interromper esse ciclo, Cintra inoculou, por meio de uma cânula, o ômega-3 no cérebro dos roedores, confirmando que o ácido graxo reverte o processo inflamatório e restabelece a atividade celular. Por fim, suplementou a dieta das cobaias com óleo de linhaça. "Uma dose baixa do ômega já reduz a inflamação cerebral, a velocidade de engorda e a gordura visceral nos animais. De quebra, ainda aumenta seu gasto energético", diz ele. "Regular a saciedade é fundamental para manter o peso, já que isso evita a fome excessiva e os abusos calóricos", opina a fisiologista da nutrição Regina Watanabe, da Universidade Federal de São Paulo.
Agora, a pergunta que não quer calar: será que, como os roedores dos laboratórios de pesquisa, a gente também desfrutaria dos benefícios antibarriga do ômega-3? Antes que pairasse a sombra da dúvida sobre suas proezas, uma equipe da Universidade de Navarra, na Espanha, resolveu comparar o impacto de duas dietas pouco energéticas, com menos de 1500 calorias diárias, na queima dos quilos extras e na saúde de 32 indivíduos.
Os participantes foram divididos em dois grupos e cada um deveria aderir, durante oito semanas, a planos alimentares distintos. A única diferença entre eles foi a inclusão de três porções semanais de peixes ricos no bendito ômega-3. O peso, os perfis de colesterol e de triglicérides, as taxas de insulina e de leptina foram mensurados no início e no final do experimento. E é claro que, maneirando nas calorias, todos os voluntários conseguiram dar uma esvaziada nos pneus. Mas — adivinhe! — a eficácia da dieta foi bem maior em quem saboreou os pescados. "Houve uma melhora significativa na ação da insulina nessas pessoas", revela a SAÚDE! Itziar Goñi, a autora do estudo. "Os níveis do hormônio ficaram mais estáveis, evitando picos seguidos de queda brusca, desequilíbrio que culminaria no aumento da fome."
Tantas façanhas têm justificativa. "O ômega-3 ativa uma proteína celular chamada PPAR-gama. Acelerada, ela melhora a atuação da insulina nas células, facilitando sua tarefa de converter açúcar em energia", descreve Tatiana Rosa. Converter antes de virar pneu na cintura, bem entendido. Ou seja, a molécula dá uma força para quem quer recuperar aquela calça que não entra mais. Não para por aí. "A PPAR-gama também estimula enzimas responsáveis pela degradação de triglicérides", acrescenta Tatiana. "De fato, o consumo dos peixes provocou redução não só nas taxas dessa gordura como nas de colesterol ruim, o LDL", confirma Itziar. Em outras palavras, o ômega-3 também combate esses algozes das artérias, prevenindo doenças cardiovasculares.
E, para completar a lista, outro ponto positivo para o ácido graxo: "Ele regula os níveis de leptina, favorecendo ainda mais o controle do apetite. Em resumo, embora economizar nas calorias ajude a emagrecer de qualquer maneira, o ômega-3 é essencial para regular a queima dos depósitos gordurosos e a fome, o que evita ataques à geladeira e potencializa a eliminação de medidas. O melhor de tudo é que garantir as doses adequadas do nutriente não é nenhum sacrifício. Basta variar entre as opções de peixe da lista à direita. "Incluí-los nas refeições de duas a três vezes por semana é o suficiente", ensina a nutricionista Elisabeth Wazlawik, da Universidade Federal de Santa Catarina. Já a farinha de linhaça é uma ótima alternativa para acompanhar um iogurte ou uma fruta no café da manhã.
É importante ressaltar que a forma de preparo desses alimentos faz toda a diferença. Isso porque o ômega-3 oxida facilmente, perdendo depressa suas propriedades. "Por isso, no caso dos peixes, prefira as receitas ensopadas, em que o caldo desprendido durante o cozimento é aproveitado", sugere Elisabeth. Vale também a opção grelhada, mas corte de vez as frituras, já que a alta temperatura degrada a gordura do bem. "Em relação à linhaça, a dica é moê-la só na hora de consumir", avisa a nutricionista. Por fim, substitua, sempre que possível, os tradicionais óleos de milho ou de soja pelo azeite de oliva. Além de a parceria com os filés de peixe ou com saladas salpicadas de linhaça ser deliciosa, ele dá uma contribuição extra para quem precisa afinar a cintura.
A fama e o sucesso do ômega-3 não se restringem a auxiliar no combate à barriga. Vira e mexe pipoca um novo estudo comprovando um benefício a mais dessa gordura para a saúde. Por exemplo, uma pesquisa, também desenvolvida na Universidade de Navarra com 324 pessoas obesas, revela que o consumo regular de salmão é capaz de reduzir a pressão arterial. "O ômega-3 parece relaxar as células musculares nas paredes das artérias", explica o nutrólogo Celso Cukier, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, em São Paulo. Daí o sangue passa por ali com maior facilidade, evitando a compressão dos vasos.
Outras propriedades do ácido graxo já são conhecidas de longa data. Uma das mais importantes é seu potencial de minimizar a ação de substâncias inflamatórias não somente no hipotálamo como em várias regiões do corpo. "Por esse motivo, ele é benéfico para pacientes que sofrem de asma, problemas cardiovasculares e intestinais, como a colite", enumera Elisabeth Wazlawik.
Além disso, o ácido graxo favoreceria a regulação do sistema imunológico. "Acreditamos que ele tenha um papel na prevenção e no controle de doenças autoimunes, aquelas em que, devido a um descompasso, as células de defesa passam a atacar tecidos do próprio corpo", diz Cukier. É o caso da artrite reumatoide, cujos alvos são as articulações, e da psoríase, que agride a pele.
Ao que tudo indica, outras áreas do cérebro integram o rol dos protegidos pelo ômega-3. "Há dados que evidenciam a participação do óleo na produção de novos neurônios", afirma o neurologista Cícero Galli Coimbra. "Portanto, é bem-vindo nos casos de doenças neurodegenerativas, como o Parkinson e o Alzheimer" (veja a re por tagem na pág. 36). E Cukier acrescenta: "Ainda não sabemos o porquê, mas a gordura também ajudaria a espantar a depressão".
E, para finalizar essa lista extensa, não podemos deixar de citar que estudos recentes relacionam a ingestão do ômega à prevenção da osteoporose. A substância conseguiria inibir células associadas à perda de massa óssea. Estamos falando de mais de uma dezena de benefícios condensados em três simples porções semanais de filés de peixe — muito saborosos, diga-se — ou 4 colheres de sopa de linhaça por dia.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Suco de maçã com gengibre emagrece MUITO
Dicas de Suco de maçã e gengibre emagrece
Suco de maçã e gengibre emagrece e desintoxica o organismo, além disso fortalece o sistema digestivo e diminui a fome. Nesta receita a maçã suaviza o gosto forte do gengibre, deixando o suco levemente picante e bastante saboroso.
O gengibre ajuda a acelerar o metabolismo e queimar mais calorias, enquanto as fibras da maçã aumentam a sensação de saciedade e reduzem a absorção de açúcar e gorduras pelo organismo, impedindo que se acumulem no corpo.
INGREDIENTES:
½ maçã com casca
3 acerolas
1 pedaço pequeno de gengibre
1 copo de água gelada
Adoçante a gosto
Modo de Preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador, coe e tome em seguida. O ideal é tomar o suco entre as refeições principais, substituindo o lanche.
Suco de melancia e limão para emagrecer
Suco de melancia e limão além de ser extremamente delicioso, é um excelente diurético, antioxidante, digestivo e termogênico. Ainda contribui para inibir a fome e manter a saciedade por mais tempo.
Suco de melancia emagrece e é um excelente diurético, antioxidante, digestivo e termogênico. Ainda ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue e por ser rico em fibras, contribui para inibir a fome, estimulando a saciedade.
Receita do suco de melancia com limão:
200g de melancia (com sementes)
1 maçã com casca
Suco de 1 limão
Bata todos os ingredientes no liquidificador, coe se preferir, tome logo em seguida.
Alimenta e emagrece!!!
Bjs Light
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Agora sou estudante de NUTRIÇÃO
Hoje estou muito Feliz por conseguir realizar um sonho antigo.
Sou uma pessoa apaixonada por nutrição,gosto de ajudar as pessoas,gosto de cuidar de minha saúde,tanto que criei esse blog em 2011 para tratar desses assuntos do qual sempre me interessei,embora como leiga e apenas curiosa no assunto.
Mas ser nutricionista para mim era um sonho muito distante.
Sempre fui pobre. Meus pais não estudaram,meu marido é um assalariado da construção civil,estudei em escola pública,enfim,bancar um curso de nutrição em faculdade particular seria impossível,e entrar para uma faculdade Federal ou estadual idem,pois não tinha preparação para isso.
Ano passado resolvi fazer o ENEM,e no dia fui fazer a prova com a cara e com coragem,pois não estudei para o mesmo,fui apenas porque já tinha pago. Para minha surpresa tirei uma boa nota geral e uma excelente nota na redação.
Mesmo assim no primeiro semestre nem tentei a Nutrição pois imaginei que com minha nota era impossível,já que é um curso bastante concorrido. Consegui entrar para Serviço Social,que ao meu ver iria ser útil para o meio em que estou inserida. Porém ao inicia-lo pude ver que ele não era nem de longe o que imaginei,não quero comentar o que achei,posso dizer que me decepcionei logo no primeiro mês,e resolvi sair do curso.
Fiz uma nova inscrição para o SISU(vestibular) do meio do ano,e resolvi arriscar NUTRIÇÃO. Eu tinha esperança,mas imaginei que talvez só conseguisse na lista de espera pois as notas são muito altas.
Para minha surpresa,foi selecionada na primeira chamada,fiquei em 2° lugar na categoria que escolhi,estou muito,mas muito feliz.
Agora terei embasamento para manter esse blog.
E preparem-se,vem muitas novidades por aí....afinal serei uma NUTRICIONISTA!!!!!!!!!
MUITO FELIZ!!!!!!
sábado, 12 de janeiro de 2013
Morango ajuda emagrecer
Morango ajuda a perder peso
O morango auxilia no emagrecimento, pois possui pectina, um tipo de fibra que quando misturada com a água é transformada em um “gel”. Essa substância preenche o estômago e promove saciedade. Além dessa propriedade, quando essa fibra é consumida periodicamente, ela auxilia na redução do colesterol e previne a prisão de ventre.
Consumo de morango:
- Auxilia no processo de digestão;
- Reduz o apetite;
- Reduz a gordura;
- Diminui o inchaço;
- Controla os níveis de colesterol;
- Reduz a sensação de barriga inchada;
- Previne o envelhecimento precoce.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Volteeei
Olha eu aqui de volta!!!!
Meu ano de 2012 foi tão complicado que evaporei do blog.
Mas voltei.
Agora tô no facebook com a página Emagrecimento coletivo,onde algumas meninas estão em um desafio para emagrecer em 60 dias,e eu sou uma delas claro.
De vez em quando passo por aqui para contar as novidades.
Bjs a todos os visitantes
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